20/01/2011

Calendário de Janeiro a Abril de 2011

Quinta-feira | 19H15-21H00

20 de Janeiro de 2011

Os livros que devoraram o meu pai, de Afonso Cruz

17 de Fevereiro de 2011

Histórias de amor, de José Cardoso Pires

17 de Março de 2011

O leitor, de Bernhard Schlink

14 de Abril de 2011

Livro, de José Luís Peixoto


A ter lugar na Biblioteca Municipal de Torres Vedras

Resultado da votação - Março e Abril

Eis o resultado da votação dos livros a ler nos meses de Março e Abril

OPÇÃO 1






4 votos






OPÇÃO 2






7 votos







OPÇÃO 3






5 votos







OPÇÃO 4





1 votos







Obrigado a todos os participantes!

19/01/2011

Amanhã vamos sentar-nos à conversa sobre...


Sinopse

Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo.
Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

Os livros que devoram o meu pai recebeu o Prémio Maria Rosa Colaço 2009 para literatura juvenil.

O autor


Afonso Cruz nasceu em 1971 na Figueira da Foz.
É escritor, ilustrador, realizador de filmes de animação e músico.
Escreveu cinco livros, entre os quais Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal, 2009), Os Livros que devoraram o meu pai (Caminho, 2010) e A Boneca de Kokoschka (Quetzal, 2010).
Ilustrou Alfabeto do Corpo Humano, de José Jorge Letria, Rimas Perfeitas, Imperfeitas e Mais-que-Perfeitas, de Alice Vieira ou Chamem-lhes nomes!, de Margarida Fonseca Santos, entre muitos outros.
Na sétima arte, realizou uma curta-metragem chamada Dois Diários e um Azulejo e O Desalmado e da série Histórias de Molero (uma adaptação do livro de Dinis Machado, O Que Diz Molero).
No que respeita à música, faz parte da banda The Soaked Lamb, para a qual compôs todos os originais, escreveu letras, tocou guitarra, harmónica, banjo, lap steel, ukulele e cantou.

Para saber um pouco mais, ver aqui


A não perder na Biblioteca Municipal de Torres Vedras
Quinta-feira, 20 de Janeiro
19h15 - 21h00

Contamos Consigo!

Até Quinta... com Livros

11/01/2011

Para Março e Abril pode votar em...

O desafio mantém-se!

Desta vez, a escolha vai referir-se às sessões de Março e Abril.
Como?
Os dois livros mais votados serão os que iremos discutir nestes dois meses.
De que forma?
O livro mais votado será o seleccionado para Março. O segundo livro com mais votos será o de Abril!

Pode votar em mais do que uma opção.

Para tal, basta escolher o livro pretendido através da aplicação que se encontra na barra lateral deste blogue, por baixo do logotipo da BMTV


A votação estará em vigor até dia 20 de Janeiro.

Não deixe de participar! Contamos consigo!


OPÇÃO 1

 
OPÇÃO 2
 

OPÇÃO 3



OPÇÃO 4
 
 

Datas das sessões - 1º trimestre de 2011

Eis o calendário das sessões para o primeiro trimestre de 2011:

20 de Janeiro - Os livros que devoraram o meu pai, de Afonso Cruz

17 de Fevereiro - Histórias de amor, de José Cardoso Pires

17 de Março - Vamos votar?

Sempre à quinta-feira e agora com novo horário:

19h15 às 21h00


Sala Multimédia - Biblioteca Municipal de Torres Vedras

04/01/2011

Novo horário das sessões de Quintas com Livros


Estimados Leitores,

Informamos que por motivos de ordem interna, as sessões da comunidade de leitores - Quintas com Livros passarão a ter início às 19h15 e terminarão às 21h00.

As sessões continuam a ser mensais e às quintas-feiras.

Obrigado!


Imagem retirada daqui

Na primeira sessão de 2011...

20 de Janeiro (5ª feira) | 19h15
Biblioteca Municipal de Torres Vedras

Capítulo I
Livros e mais livros!

 - Vivaldo! Vivaldo! Vivaldo! Vivaldo! - gritava o chefe da repartição, mas ele ouvia aquela voz lá muito ao fundo, a desaparecer numa esquina.
Foi assim que a minha avó me começou a contar a história de Vivaldo Bofim, o meu pai. Ele trabalhava no 7º Bairro Fiscal e achava-se num mundo entediante, chato, plano, aborrecido, cheio de papéis, papeladas e outras burocracias que se fazem com a madeira das árvores. Era um mundo desprovido de literatura. A minha mãe estava grávida de mim, eu nadava no seu útero, dava voltas como a roupa na máquina de lavar, nessa altura fatídica. O meu pai só pensava em livros (livros e mais livros!), mas a vida não era da mesma opinião, a vida dele pensava noutras coisas, andava distraída, e ele teve de se empregar. A vida, muitas vezes, não tem consideração nenhuma por aquilo de que gostamos. Contudo, o meu pai levava livros (livros e mais livros!) para a repartição de finanças e lia às escondidas sempre que podia. Não é uma atitude que se aconselhe, mas era mais forte do que ele. O meu pai amava a literatura acima de tudo. Punha sempre um livro debaixo de modelos B, impressos de alterações de actividade e outros papéis de nomes ilustres, e lia discretamente, fingindo trabalhar. Não era uma atitude muito bonita, mas o meu pai só pensava nos livros. Foi isto que a minha avó me contou com os seus pensamentos cheios de rugas na testa.
Nunca conheci o meu pai. Quando nasci já ele não andava aqui neste mundo.

Dinamização: Isabel Raminhos

Público-alvo: Jovens e Adultos

20/12/2010

BOAS FESTAS


Um Feliz Natal e um Próspero Ano 2011... com Livros!

Imagem retirada daqui

O livro escolhido para a sessão de Fevereiro de 2011 é...

OPÇÃO 3


Com 7 votos

Obrigada a todos os participantes!

Outros resultados:

Opção 1: Passageiros em trânsito, de José Eduardo Agualusa - 2 votos
Opção 2: O fio de missangas, de Mia Couto - 3 votos

15/12/2010

Mário de Carvalho



Escritor, advogado e jornalista nascido em 1944, em Lisboa. Formou-se em Direito (1969) na Universidade de Lisboa, em 1969, e depois foi viver para a Suécia, até ao seu regresso em 1974.
Foi colaborador do Diário de Notícias e revelou-se como ficcionista em 1981 com Contos da Sétima Esfera (1981), a que se seguiram, entre outras obras, a que se seguiu Os Casos do Beco da Sardinheiras (1981) e O Livro Grande de Tebas, Navio e Mariana (1982), que recebeu o Prémio Cidade de Lisboa. O livro apresenta um relato fantástico e estrambólico, em que a realidade fantástica se torna mais convincente do que a verdadeira realidade.

Ocupando um lugar original nas opções da narrativa contemporânea, a sua ficção combina frequentemente a inspiração histórica com o insólito.

Outras das suas publicações são Paixão do Conde de Fróis, que recebeu o prémio Dom Dinis em 1986, Os Alferes (1989), Quatrocentos Mil Sestércios (1991), que recebeu o Grande Prémio do Conto da Associação Portuguesa de Escritores, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde (1994), que foi galardoado com o Grande Prémio do Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e o prémio literário italiano Giuseppe Acerbi (2007), entre outros, Era Bom que Trocássemos Umas Ideias sobre o Assunto (1995) e Fantasia para Dois Coronéis e uma Piscina (2003).

Bibliografia: Contos da Sétima Esfera, 1981; Os Casos do Beco das Sardinheiras, 1982; O Livro Grande de Tebas, Navio e Mariana, 1982; A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho e Outras Histórias, 1983; E Se Tivesse a Bondade de Me Dizer Porquê (co-autoria com Clara Pinto Correia), 1986; Contos Soltos, 1986; A Paixão do Conde Fróis, 1986; Os Alferes, 1989; Quatrocentos Mil Sestércios, 1991; Água em Pena de Pato: teatro do quotidiano, 1992; Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, 1994; Era Bom Que Trocássemos umas Ideias sobre o Assunto, 1995; Apuros de um Pessimista em Fuga, 1999; Se Perguntarem por Mim, Não Estou, 1999; Contos Vagabundos, 2000; Fantasia Para Doi Coronéis e Uma Piscina, 2003; A Sala Magenta, 2009; A Arte de Morrer Longe, 2010.

Mário de Carvalho. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-12-15].
Disponível na www: http://www.infopedia.pt/$mario-de-carvalho.