28/06/2011
Prémio APE/ MC
Gonçalo M. Tavares foi o vencedor do Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (APE).
A distinção da APE, em conjunto com o Ministério da Cultura (MC), premiou a obra "Uma Viagem à Índia", editada pela Caminho.
A Biblioteca Municipal de Torres Vedras tem disponível um exemplar desta obra para empréstimo.
Venha conhecê-la.
Leia a notícia na íntegra aqui
17/06/2011
Férias
Boas Férias!
Como tem vindo a ser habitual, Quintas com livros vai de férias de Julho a Setembro. Retomaremos em Outubro para mais um trimestre de leituras... sempre à Quinta!
No entanto, não deixe de acompanhar o nosso blogue!
Iremos partilhar algumas sugestões de leitura para férias... com livros!
Imagem retirada daqui
Sessão de ontem, 16 de Junho de 2011
16 de Junho de 2011
Sala Multimédia
Biblioteca Municipal de Torres Vedras
Foi com a leitura e discussão de A raposa azul, de Sjón que fechámos mais um trimestre repleto de (boas) leituras.
Esta narrativa enignática, que tem como palco as terras geladas e solitárias de uma Islândia do final do séc. XIX, cruza as histórias do padre Baldur Suggason, caçador da raposa azul, do naturalista Fridrik B. Fridriksson e da sua protegida, Abba, que sofre de síndrome de Down.
Sjón consegue contrapôr, através de uma subtileza poética, a barbaridade humana à dura magnitude da natureza.
Um livro que nos convida a lê-lo de novo sempre que terminamos a sua leitura.
Deixamos o registo fotográfico da sessão.
(Créditos de Rui Passiano)
(Carlos Andrade, Teresa Oliveira e Guilhermina Pacheco)
(Goretti Cascalheira, Isabel Raminhos, Miguel Duarte e Antonieta Alves)
(Equipa organizadora: Goretti Cascalheira e Isabel Raminhos)
14/06/2011
A raposa azul - um excerto...
(...)
Hall-hall significa: rapariga.
Fuffa-ro significa: criança.
Furrou significa: pessoa.
Mamba significa: pássaro.
Morthana-huya significa: dia.
Ho-fakk significa: noite.
Sa-odo significa: o mar.
Fadi-fadi significa: chuva.
Huyera significa: neve.
Mah-mah significa: Verão.
Mah-mah huyera significa: Inverno.
Ka significa: fogo.
Faff-faff significa: padre.
Kondura significa: rei.
Tampa significa: roupa.
Umph Abba significa: a caixa de Hafdis.
Pupu significa: escuridão.
Ibo significa: dormir.
Aqui tens o "dicionário Abba": era assim que ela falava quando a encontrei.
(...)
Sjón - A raposa azul. Lisboa: Cavalo de Ferro, 2010. 107 p. ISBN 978-989-623-111-8
Hall-hall significa: rapariga.
Fuffa-ro significa: criança.
Furrou significa: pessoa.
Mamba significa: pássaro.
Morthana-huya significa: dia.
Ho-fakk significa: noite.
Sa-odo significa: o mar.
Fadi-fadi significa: chuva.
Huyera significa: neve.
Mah-mah significa: Verão.
Mah-mah huyera significa: Inverno.
Ka significa: fogo.
Faff-faff significa: padre.
Kondura significa: rei.
Tampa significa: roupa.
Umph Abba significa: a caixa de Hafdis.
Pupu significa: escuridão.
Ibo significa: dormir.
Aqui tens o "dicionário Abba": era assim que ela falava quando a encontrei.
(...)
Sjón - A raposa azul. Lisboa: Cavalo de Ferro, 2010. 107 p. ISBN 978-989-623-111-8
Sjón
Sjón nasceu em Reiquiavique em 1962.
É autor de livros de poesia, romances, peças teatrais e livros infantis. Recebeu numerosos prémios literários incluindo o importante Nordic Council Literature Prize - o equivalente nórdico do Man Booker Prize - com «A raposa azul», e foi nomeado para um Óscar pela letra da banda sonora do filme Dancer in the Dark de Lars Von Trier.
Os seus livros estão traduzidos, com bastante sucesso de critica e de público, em 24 países.
21/05/2011
Em Junho...
16 de Junho (5ª feira) | 19h15
Biblioteca Municipal de Torres Vedras
Sinopse:
O ano é 1883. A fria e irreal paisagem do Inverno islandês é o pano de fundo. Seguimos o padre, Baldur Skuggason, na sua perseguição à enigmática raposa azul. E no momento em que o padre prime o gatilho somos transportados para o mundo do naturalista Fridrik B. Fridriksson e da sua protegida, Abba, que sofre da síndrome de Down. Quando ela foi encontrada acorrentada às vigas de um navio naufragado em 1868, Fridrik fora casualmente em seu socorro. O destino de todas estas personagens está intrinsecamente ligado e, a pouco e pouco, de um modo surpreendente, é revelado neste fascinante romance que contrapõe à poética violência da natureza a barbaridade dos homens.
Dinamização: Isabel Raminhos
Público alvo: Adultos
20/04/2011
Páscoa Feliz
A Biblioteca Municipal de Torres Vedras deseja a todos os leitores uma PÁSCOA FELIZ... com livros!
Imagem retirada daqui
18/04/2011
Maio, mês das flores e de...
19 de Maio (5ª feira) | 19h15
Biblioteca Municipal de Torres Vedras
Sinopse:
O princípio possível começa na Figueira da Foz, uma cidade que é uma espécie de décor, guardiã de memórias de Verão e outras vivências. Um miúdo apaixona-se na idade em que os sentimentos são voláteis e sem importância. O objecto do seu amor é uma rapariga difícil, esquiva e perturbada.
Há a morte da mãe dela, as tardes de praia no areal imenso, as idas a Buarcos, as festas do Casino.
E ainda um pai tímido e um tio criativo atrelado a um cão chamado Tejo. O amor não se desfaz com o tempo. O miúdo chega a rapaz e depois faz-se homem. Parte para Lisboa mas regressa sempre, como uma fatalidade. Espera que ela, a mulher que o obriga a parar no tempo, volte também à cidade, tome conta da sua herança e lhe dê outra vida.
Enquanto espera, acompanha o pai dela na doença, organiza papéis e pensamentos, vai a funerais, pendura um Canaletto precioso. Herda a casa que, em tempos, foi chão sagrado para ela; ela, que finge que não está.
Dinamização: Goretti Cascalheira
Público alvo: Adultos
07/04/2011
Livro
[Excerto de uma entrevista de Carlos Vaz Marques – revista Ler nº 95, Out. 2010]
(…)
O que nasceu primeiro: a história de emigração que é contada na primeira parte ou o jogo metaliterário da segunda?
Foi a emigração. Comecei por sentir que seria interessante escrever um romance que revisitasse esse período.
Nessa altura já sabia que ia chamar-lhe Livro?
Não. Foi logo depois. Aí, estamos a falar de uma pré-história do romance em que ainda não havia uma única palavra escrita. Porque a primeira frase do romance – “A mãe pousou o livro nas mãos do filho” – Foi efectivamente a primeira frase a ser escrita.
Já era claro, quando começou, que o livro se chamaria Livro.
Sim. E já era claro que iria ter essas duas partes, e já era claro que ria existir esse jogo.
O facto de os seus pais terem estado emigrados contribuiu para a decisão de tratar o tema da emigração?
Sim, contribuiu. Mas houve outras razões. Tinha uma ideia, também presente noutros romances meus, que é a de trabalhar a questão geracional. Parece-me que é uma forma de tratar a ideia do tempo. Nós vemos o tempo, em grande medida, pensando nos nossos pais e nos nossos filhos. A nossa referência somos nós próprios. É muito difícil falarmos no tempo em termos de séculos, quando sabemos que não chegamos a viver um século, normalmente.
(...)
Nota: Para ler esta entrevista na íntegra, procure a revista Ler na Biblioteca Municipal de Torres Vedras
25/03/2011
Em Abril...
14 de Abril (5ª feira) | 19h15
Biblioteca Municipal de Torres Vedras
Sinopse:
Este livro elege como cenário a extraordinária saga da emigração portuguesa para França, contada através de uma galeria de personagens inesquecíveis e da escrita luminosa de José Luís Peixoto. Entre uma vila do interior de Portugal e Paris, entre a cultura popular e as mais altas referências da literatura universal, revelam-se os sinais de um passado que levou milhares de portugueses à procura de melhores condições e de um futuro com dupla nacionalidade.
Dinamização: Goretti Cascalheira
Público alvo: Adultos
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