23/04/2014
22/04/2014
VI Abraço de Contos - Encontro de Contadores de Histórias
23 de abril de 2014 | quarta | 21h30
Os contos das minhas tias - Serão de Contos com Cláudia Fonseca
As minhas tias-avós formavam uma trupe inacreditável de mulheres loucas e sábias que encheram de mil histórias os meus anos de menina.
Nascidas e criadas no nordeste do Brasil, viveram vidas longas, difíceis, mas nunca perderam o bom humor nem a capacidade de sonhar.
Nesta sessão trago algumas das histórias que me contaram as minhas tias.
Não sei bem quais, pois nunca se sabe o que me sopram nos ouvidos quando me visitam numa noite de contos...
Local: Fábrica das Histórias - Casa Jaime Umbelino
Destinatários: Adultos - ENTRADA LIVRE
Organização: Biblioteca Municipal de Torres Vedras e Fábrica das Histórias
Nota Biográfica
Cláudia Fonseca nasceu em 1965 no Brasil, Rio de Janeiro, mas tem as suas raízes na região nordeste do país, onde o português é mais cantado do que falado.
Vive em Portugal desde 1992 e aí iniciou o seu percurso na narração. Participou em vários encontros e festivais, dentro e fora de Portugal. O seu reportório inclui contos tradicionais e contos de autor, muitas vezes misturados às suas vivências pessoais e familiares.
Vive em Portugal desde 1992 e aí iniciou o seu percurso na narração. Participou em vários encontros e festivais, dentro e fora de Portugal. O seu reportório inclui contos tradicionais e contos de autor, muitas vezes misturados às suas vivências pessoais e familiares.
03/04/2014
17 de abril (5ª feira) - 19h00
Sinopse
Uma poeta, na sua primeira festa literária em
território inóspito, é resgatada por um colunista de jornal, acabando por partir
numa incursão pelo continente que a leva a um inesperado encontro.
Um jovem soldado, ao regressar da Segunda Guerra
Mundial para os braços da sua noiva, sai na estação de comboio anterior à sua,
encontrando numa quinta uma mulher com quem começa nova vida.
Uma jovem mantém um caso com um advogado casado,
contratado pelo seu pai para gerir os seus bens. Quando é descoberta, encontra
uma forma surpreendente de lidar com a chantagista.
Uma rapariga que sofre de insónias imagina, noite
após noite, que assassina a irmã mais nova.
Uma mãe resgata a sua filha no exacto momento em
que uma mulher tresloucada invade o seu quintal.
Dinamização: Isabel
Raminhos
Local:
Sala multimédia – Biblioteca Municipal
Público-alvo:
Adultos
Mais informações |
Contactos
telf. 261 310 479
29/03/2014
3 de abril - comunidade de leitores na Escola Henriques Nogueira
No próximo dia 3 de abril pelas 17h30 vamos estar com um grupo de alunos na Escola Secundária Henriques Nogueira para falarmos de Debaixo de algum céu, de Nuno Camarneiro.
Deixamos o convite a quem quiser participar e, em particular, aos nossos leitores de Quintas com Livros para se juntarem a nós.
Boas leituras.
Caso queira colocar alguma questão ou confrmar a sua presença, contacte: isabelraminhos@cm-tvedras.pt ou 261 310 479
19/03/2014
21 de março - Dia Mundial da Poesia
Veja o programa completo aqui: http://www.bibliotecadetorresvedras.net/eventos/?eid=6
Venha comemorar o Dia Mundial da Poesia connosco.
Boas Leituras!
07/03/2014
20 março 2014 - sessão dedicada à poesia - Sophia de Mello Breyner Andresen
20 de março de 2014 (5ª feira) | 19h00
Iniciando as comemorações
do Dia Mundial da Poesia (21 de março), venha partilhar poemas ou excertos da
obra de Sophia de Mello Breyner Andresen numa sessão de Quintas com Livros
dedicada à poesia.
Dinamização: Isabel
Raminhos
Local:
Sala multimédia – Biblioteca Municipal
Destinatários:
Adultos
Inscrição
obrigatória até 20 participantes
20/02/2014
PRÉMIO CORRENTES D’ESCRITAS 2014
Considerado pelo júri como “Uma singular
parábola sobre a literatura e o seu poder redentor”, Uma Mentira Mil Vezes Repetida, de Manuel
Jorge Marmelo, foi a obra vencedora do Prémio Correntes d' Escritas
2014.
Este livro faz parte do catálogo da Biblioteca Municipal de Torres Vedras. Venha lê-lo.
Boas leituras!
07/02/2014
David Machado - Nota biográfica
Nasceu em Lisboa, em 1978.
Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão mas acabou por trocar os números pelas letras.
Desde 2006 publicou oito livros, incluindo dois romances, uma reunião de contos e cinco livros para crianças.
Recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Gulbenkian e do Expresso com o conto infantil "A Noite dos Animais Inventados", e o Prémio Autor SPA/RTP na categoria de Melhor Livro Infanto-Juvenil com o conto infantil "O Tubarão na Banheira".
Em 2007 foi escolhido para representar Portugal no projecto Scritture Giovani do Festivaletteratura de Itália.
Participa com regularidade em encontros sobre literatura em escola e
bibliotecas e os seus livros estão no Plano Nacional de Leitura.
Tem livros publicados em Itália e Marrocos e contos presentes em
antologias e revistas literárias em Itália, Alemanha, Reino Unido,
Alemanha, Islândia, Sérvia e Marrocos.
Tradutor dos livros "O herói das mulheres" de Adolfo Bioy Casares e "Obrigado pelo lume" de Mário Benedetti.
In http://machado-david.blogspot.pt/
Retirado daqui
22/01/2014
11 de fevereiro de 2014 - excepcionalmente numa 3ª Feira
11
de fevereiro de 2014 (3ª feira) | 19h00
Contaremos com a presença
do autor nesta sessão do Quintas com Livros
Sinopse
Daniel tinha um plano, uma espécie de diário do
futuro, escrito num caderno. Às vezes voltava atrás para corrigir pequenas
coisas, mas, ainda assim, a vida parecia fácil - e a felicidade também. De
repente, porém, tudo se complicou: Portugal entrou em colapso e Daniel perdeu o
emprego, deixando de poder pagar a prestação da casa; a mulher, também
desempregada, foi-se embora com os filhos à procura de melhores oportunidades;
os seus dois melhores amigos encontram-se ausentes: um, Xavier, está trancado
em casa há doze anos, obcecado com as estatísticas e profundamente deprimido
com o facto de o site que criaram para as pessoas se entreajudarem se ter
revelado um completo fracasso; o outro, Almodôvar, foi preso numa tentativa
desesperada de remendar a vida. Quando pensa nos seus filhos e no filho de
Almodôvar, Daniel procura perceber que tipo de esperança resta às gerações que
se lhe seguem. E não quer desistir. Apesar dos escombros em que se transformou
a sua vida, a sua vontade de refazer tudo parece inabalável. Porque, sem
futuro, o presente não faz sentido.
Dinamização: Isabel
Raminhos
Local:
Sala multimédia – Biblioteca Municipal
Público-alvo:
Adultos
Inscrição
obrigatória até 20 participantes
16/01/2014
Marguerite Duras - Nota biográfica
Marguerite Duras (1914-1996)
Pseudónimo de Marguerite Donnadieu. Em Abril de 2014 faria 100 anos.
Romancista, dramaturga, memorialista, ensaísta, argumentista e
realizadora francesa de origem vietnamita é uma das maiores escritoras
do mundo contemporâneo.
A partir da década de 70 manteve um estreito vínculo com o cinema que a tornou famosa.
Escreveu cerca de 40 romances, 12 obras de teatro e dirigiu cerca de 20 obras produções cinematográficas.
Os temas mais recorrentes dos seus livros são a saudade, a falta de
comunicação, o amor, a ausência e a morte. Uma escrita fria, clássica,
de febre contida e de um comovente génio do pormenor, pormenor de um
repórter. A sua escrita foi duramente marcada pela sua vida de dor e
sofrimento.
Morreu em Paris em 1996 vítima de cancro e com a plena consciência de que sua vida estava a chegar ao fim.
Manteve sempre uma atitude critica e de denúncia. Foi uma lutadora infatigável a favor dos direitos humanos.
Os seus ataques de mau génio, bem como o seu radicalismo político eram muito conhecidos.
Retirado daqui
15/01/2014
Resultado da votação - Conto
Obrigado a todos os que votaram!
Assim, de acordo com estes resultados, o plano das sessões do segundo trimestre de 2014 será o seguinte:
17 de abril - 5ª feira: Amada vida, de Alice Munro
15 de maio - 5ª feira: A liberdade de pátio, de Mário de Carvalho
12 de junho - 5ª feira: Léah e outros contos, de José Rodrigues Miguéis
Boas leituras!
Assim, de acordo com estes resultados, o plano das sessões do segundo trimestre de 2014 será o seguinte:
17 de abril - 5ª feira: Amada vida, de Alice Munro
15 de maio - 5ª feira: A liberdade de pátio, de Mário de Carvalho
12 de junho - 5ª feira: Léah e outros contos, de José Rodrigues Miguéis
Boas leituras!
10/01/2014
Prémios Fundação Inês de Castro
A Fundação Inês de Castro disntinguiu Mário de Carvalho com o Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2013 pelo livro de contos "A liberdade de pátio", livro em votação para as sessões dedicadas ao género conto de Quintas com Livros.
02/01/2014
Janeiro de 2014 - Leia o livro, veja o filme
16 janeiro 2014 (5ª feira) - 19h00
Hiroshima meu amor, de Marguerite Duras
Estamos no verão de 1957, em agosto, na cidade de
Hiroshima.
Uma mulher francesa, de cerca de 30 anos, está na
cidade. Veio aqui para interpretar um filme sobre a Paz. A história começa na
véspera do regresso a França desta francesa. O filme em que ela toma parte
está, com efeito, terminado. Falta apenas filmar uma sequência.
É na véspera do seu regresso a França que esta
mulher anónima encontrará um japonês (engenheiro ou arquiteto) e terá com ele
uma breve ligação amorosa.
As condições do seu encontro nunca serão
esclarecidas. Não é aí que reside o problema. Por todo o mundo as pessoas se
encontram. O que importa é o que se segue a esses encontros quotidianos.
Dinamização: Isabel
Raminhos
Local:
Sala multimédia – Biblioteca Municipal
Público-alvo:
Adultos
Inscrição
obrigatória até 20 participantes
***
18 janeiro 2014 (Sábado) - 15h30
Hiroshima meu amor, de Alain Resnais
1959. Uma jovem francesa passa a noite com um homem japonês em Hiroshima, onde foi filmar um filme sobre a paz. Apaixonam-se um pelo outro e ele fá-la recordar o primeiro homem que amou, um soldado alemão na sua cidade natal de Nevers durante a segunda guerra mundial. O homem, apaixonado, pede-lhe para não regressar a França e ficar com ele em Hiroshima. Um filme sobre a memória e o esquecimento com diálogos de Marguerite Duras.
Elenco :
Emmanuelle Riva, Eiji Okada, Stella Dassas, Pierre Barbaud. Filme de 1959
(França/ Japão); duração: ca 86 min. p&b; Para maiores de 12 anos.
Local:
Auditório Municipal
Público-alvo:
Adultos
23/12/2013
Propostas para votação - temática Conto
Conforme combinado, deixamos aqui as primeiras propostas de contos para o segundo trimestre de 2014.
Façam as vossas escolhas e/ ou deixem novas propostas. A votação pode ser feita na barra lateral. Os livros mais votados serão os escolhidos para debate (abril, maio, junho).
Boa votação!
Opção 1
Amada vida, de Alice Munro
Sinopse
Uma poeta, na sua primeira festa literária em
território inóspito, é resgatada por um colunista de jornal, acabando por
partir numa incursão pelo continente que a leva a um inesperado encontro.
Um jovem soldado, ao regressar da Segunda Guerra
Mundial para os braços da sua noiva, sai na estação de comboio anterior à sua,
encontrando numa quinta uma mulher com quem começa nova vida.
Uma jovem mantém um caso com um advogado casado,
contratado pelo seu pai para gerir os seus bens. Quando é descoberta, encontra
uma forma surpreendente de lidar com a chantagista.
Uma rapariga que sofre de insónias imagina, noite
após noite, que assassina a irmã mais nova.
Uma mãe resgata a sua filha no exacto momento em
que uma mulher tresloucada invade o seu quintal.
Opção 2
Bestiário, de Julio Cortázar
Sinopse
Bestiário, editado em 1951, é seu primeiro livro de contos fantásticos e
constitui o melhor conjunto do género já escrito em espanhol. Com este
livro, Cortázar conquista sua personalidade literária.
Surpreendente
e contestador, assumindo um compromisso com a contingência humana, Cortázar
criou um surrealismo que toca a realidade, fundindo de maneira perfeita o real
e o supra-real, provando que é no conto que seu talento criador encontra o
verdadeiro caminho.
Sinopse retirada daqui
Opção3
Léah e outros contos, de José Rodrigues Miguéis
Sinopse
Galardoado em 1959 com o primeiro Prémio Camilo
Castelo Branco, Léah e outras histórias de José Rodrigues Miguéis é porventura
o seu livro mais conhecido.
Em qualquer dos cenários
das dez narrativas que compõem o livro, o tom satírico ou lírico conferem à
escrita miguesiana uma finura e elegância das mais notáveis na literatura
Portuguesa no nosso século. Os espaços miguesianos, ainda quando pretendem ser
“reais” em sentido físico, geográfico, funcionam amiúde como metonímia das
personagens que neles se movem, ou vice-versa, criando plurivalências e
motivando pluri-interpretações.
Sinopse retirada daqui
Opção 4
O fio das missangas, de Mia Couto
Sinopse
São vinte e nove contos unidos como missangas em
redor de um fio, que é a escrita encantada de um consagrado fabricador de
ilusões.
Estórias breves mas
contendo, cada uma delas, as infinitas vidas que se condensam em cada ser
humano. Uma vez mais, a linguagem é trabalhada como se fosse delicada
filigrana, confirmando o que o autor disse de si mesmo: «conto estórias por via
da poesia».Opção 5
A liberdade de pátio, de Mário de Carvalho
Sinopse
Um homem é incumbido de transportar uma estranha
caixa contendo uma cabeça. Um excelso professor vê-se condenado a passar o
resto dos seus dias numa prisão deveras invulgar. A história por detrás da
internacionalização de uma das maravilhas culinárias de Portugal. Quatro
professores reformados que o destino uniu num jardim municipal decidem aliar as
suas bibliotecas. Um frequentador assíduo do metro calha em faltar com a sua
palavra, despertando a indignação de um dos funcionários. Um comandante da
Marinha incapaz de aceitar um não. As memórias da iniciação sexual de um jovem,
num tempo em que os tios tomavam a seu cargo essa tarefa.
Opção 6
A educação sentimental dos pássaros, de José Eduardo Agualusa
Sinopse
A Educação Sentimental dos Pássaros reúne onze contos, onze
histórias, onze cenários, onze possibilidades. Em comum têm uma mesma preocupação
sobre a origem e a natureza do mal. Como é que o pequeno Jonas se transformou
em Savimbi? O que move Hillary? Anjos e os demónios caminham entre nós e nem
sempre se distinguem uns dos outros.
Com a sua sabedoria, joga com as palavras, vira as
probabilidades ao contrário. É do avesso que se faz a melhor Literatura. José
Eduardo Agualusa é um autor do mundo, vive entre ideias, realidades, sonhos e
medos. Às vezes as histórias aparecem-lhe enquanto dorme. Nunca sabe como
terminará uma personagem que lhe surgiu mesmo que seja um anjo. Ou um demónio.
Opção 7
Cidade solitária, de Fernando Namora
Sinopse
Em Cidade Solitária a arte do conto atinge uma
verdadeira mestria. Comparações e metáforas de sensações e sentimentos subtis.
O sentido peculiar da solidão. Cidade Solitária - alguns dos melhores contos da
nossa literatura contemporânea, narrados com a clarividência e grandeza de
Fernando Namora.
19/12/2013
BOAS FESTAS
A equipa de Quintas com Livros deseja a todos os seus leitores e amigos
BOAS FESTAS
Que 2014 seja repleto de livros e muitas leituras.
imagem retirada daqui
17/12/2013
Patricia Highsmith - nota biográfica
Patricia Highsmith
Escritora norte-americana, Mary Patricia Plangman nasceu a 19 de janeiro de 1921, em Fort Worth, no estado do Texas. Os pais, ambos pintores publicitários, separam-se antes do seu nascimento. Foi portanto entregue aos cuidados da sua avó materna, e desde cedo revelou talento para as artes, nunca deixando, ao longo da sua vida, de pintar e esculpir. Indo viver com a mãe e um padrasto, de nome Highsmith, resolveu adotar o seu apelido.
Estudou na Julia Richmond Highschool em Nova Iorque, ingressando depois na Universidade de Columbia, onde se diplomou em Inglês, Latim e Grego no ano de 1942. Passou depois por um período em que percorreu vários empregos, entre os quais o de vendedora numa loja de Nova Iorque.
Patricia Highsmith havia começado a escrever histórias na sua adolescência e, após ter concluído os seus estudos, colaborou como argumentista na produção de livros de banda desenhada. Em 1950 publicou a sua primeira obra, Strangers In A Train. O romance contava a história do encontro entre dois homens, um arquiteto e um psicopata, a bordo de um comboio, e que confessam mutuamente os seus assassínios. Inspirou três filmes, um deles realizado por Alfred Hitchcock e outro, convertido em comédia, teve a participação de Danny DeVito no elenco.
Em 1953 publicou The Price Of Salt, que assinou com o pseudónimo de Claire Morgan, e que relatava uma história de amor homossexual. Contra todas as expectativas, a obra revelou-se um sucesso de vendas pela sua originalidade.
Dois anos depois apresentou ao público a sua famosa personagem Tom Ripley, um assassino em série bissexual e cadastrado, com o volume The Talented Mr. Ripley (1955). A obra foi adaptada para o cinema em 1960, com o título Plein Soleil pela mão do realizador francês René Clément, e protagonizado por Alain Delon. Ripley continuou a deleitar os leitores com Ripley Under Ground (1970), Ripley's Game (1974) e Ripley Under Water (1991), entre muitos outros episódios.
Tendo-se mudado para a Europa em 1963, Patricia Highsmith viveu grande parte da sua vida em Inglaterra e em França, acabando por falecer em Locarno, na Suíça, a 4 de fevereiro de 1995.
Como referenciar este artigo:
Patricia Highsmith. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-12-17].
Disponível na www:
03/12/2013
19 dezembro 2013 - 19h00
Livro: O
talentoso Mr Ripley, de Patricia Highsmith
Ripley torna-se amigo de Dickie Greenleaf e da
namorada deste, mas numa discussão violenta acaba por matá-lo e assumir a sua
identidade. E a partir deste momento, o perigo, o inesperado, o medo, mas
também uma frieza e um calculismo extremos perante a morte, passam a fazer
parte do quotidiano de Ripley, que, no entanto, é capaz de se comover e nos
comover, ao assistir a um espectáculo de ópera.
Dinamização: Isabel
Raminhos
Local:
Sala Multimédia da Biblioteca Municipal
Público-alvo:
Adultos
Inscrição
obrigatória até 20 participantes
27/11/2013
Edgar Allan Poe - Biografia
Edgar Allan Poe
Escritor norte-americano nascido a 9 de janeiro de 1809, em Boston, e falecido a 7 de outubro de 1849. Filho de dois atores de Baltimore, David Poe Junior e Elizabeth Arnold Poe, ficou órfão com apenas dois anos de idade e desde cedo aprendeu a sobreviver sozinho. Foi adotado por uma família de comerciantes ricos de Richmond, de quem recebeu o apelido Allan.
Entre 1815 e 1820, a família Allan viveu em Inglaterra e na Escócia, onde Poe recebeu uma educação tradicional, regressando depois a Richmond. Poe foi para a Universidade da Virgínia em 1826, onde estudou grego, latim, francês, espanhol e italiano, mas desistiu do curso onze meses depois por causa do seu vício do jogo e do álcool. Resolveu então ir para Boston, onde publicou em 1827 um fascículo de poemas da juventude de inspiração byroniana, Tamerlane and Other Poems.
Em 1829 publicou o seu primeiro volume de poemas, com o título Al Aaraaf, Tamerlane and Minor Poems, onde se denota a influência de John Milton e Thomas Moore. Foi então para Nova Iorque, onde publicou outro volume, contendo alguns dos seus melhores poemas e onde se evidencia a influência de Keats, Shelley e Coleridge.Em 1835 estreou-se como diretor do jornal Southern Literary Messenger, em Richmond, onde se tornaria conhecido como crítico literário, mas veio a ser despedido do seu cargo alegadamente por causa do seu problema da bebida. O álcool viria aliás a ser o estigma que marcaria toda a sua vida até à morte. Casou-se nesse mesmo ano com a sua prima de apenas treze anos, Virgínia Clemm, e o casal resolveu então instalar-se em Nova Iorque, onde não chegou a permanecer muito tempo. Foi em Filadélfia que Poe alcançou fama através de vários volumes de poemas e histórias de mistério e de terror. Em 1838 escreveu The Narrative of Arthur Gordon Pym (A Narrativa de Arthur Gordon Pym), obra de prosa em que combinou factos reais com as suas fantasias mais insanes. Em 1839 tornou-se codiretor do Burton's Gentleman's Magazine em Filadélfia, e nesse mesmo ano escreveu várias obras que o tornaram famoso pelo seu estilo de literatura ligado ao macabro e ao sobrenatural. São elas William Wilson e The Fall of the House of Usher (A Queda da Casa de Usher).
A primeira história policial surgiu apenas em 1841, na revista Graham's Lady's and Gentleman's Magazine, sob o nome The Murders of the Rue Morgue (Os Crimes da Rue Morgue), e em 1843 Poe recebeu o seu primeiro prémio literário com a obra The Gold Bug. Em 1844 regressou a Nova Iorque e tornou-se subdiretor do New York Mirror. Na edição de 29 de janeiro de 1845 deste jornal surgiu o poema "The Raven" ("O Corvo"), com o qual Poe atingiu o auge da sua fama nacional.
Dois anos mais tarde morre a sua mulher Virgínia, mas Poe volta a casar, com Elmira Royster, em 1849. Porém, antes disso, Poe publica Eureka, uma obra que deu azo a muita contestação por parte de alguns críticos da época e que é considerada uma dissertação transcendental sobre o universo, muito louvada por uns e detestada por outros.
É de regresso à terra natal do seu pai que Poe começa a apresentar indícios de que o problema do alcoolismo já era de certo modo irreversível. De facto, ele esteve na origem da morte do poeta.
A obra de Poe é o espelho da sua vida conturbada e dos seus hábitos e atitudes antissociais, que o levavam a ter uma escrita que ia para além dos padrões convencionais. Se por um lado foi vítima de certas circunstâncias que estavam para além do seu controle, como foi o facto de ter ficado órfão aos dois anos de idade, por outro fez-se escravo de um problema - o álcool - que agravaria a sua personalidade já de si inconstante, imprevisível e incontrolável.
Como referenciar este artigo:
Edgar Allan Poe. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-11-27].
13/11/2013
28 novembro 2013 - 19h00
Livro: Os
crimes da Rua Morgue e o Mistério de Marie Roget, de Edgar Allan Poe
Sinopses
Os Crimes da Rua Morgue é considerado por muitos
como a primeira obra policial de sempre.
Mãe e filha são encontradas mortas num edifício situado na rua Morgue, uma artéria ficcional parisiense. Quando um homem é acusado do crime, C. Auguste Dupin, um indivíduo solitário e de aguçada inteligência, oferece-se para ajudar a polícia de Paris a resolver este caso aparentemente sem solução e impedir que um homem inocente seja preso por um crime que Dupin acredita que ele não cometeu.
Mãe e filha são encontradas mortas num edifício situado na rua Morgue, uma artéria ficcional parisiense. Quando um homem é acusado do crime, C. Auguste Dupin, um indivíduo solitário e de aguçada inteligência, oferece-se para ajudar a polícia de Paris a resolver este caso aparentemente sem solução e impedir que um homem inocente seja preso por um crime que Dupin acredita que ele não cometeu.
O Mistério de Maria Roget,
baseado no assassinato real de Mary Cecília Rogers, foi escrito antes de o caso
ter sido resolvido.
Deslocando o cenário do crime, Edgar Allan Poe
procura descobrir o que se passou naquele dia em Nova Iorque,
recorrendo apenas aos jornais que pode obter.
Muito depois de O Mistério de Maria Roget
ser escrito, as confissões de dois dos personagens envolvidos no crime de
Cecília Rogers confirmariam a conclusão geral a que Poe chegara e até os seus
principais detalhes hipotéticos.
Dinamização: Isabel Raminhos
Local: Sala Multimédia da Biblioteca Municipal
Público-alvo: Adultos
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